Governo Federal vai chamar mais 7 mil servidores em 2026, diz ministra

Data da postagem: 06/04/2026

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou nesta quinta-feira (dia 2) que a União deve convocar em 2026 mais sete mil aprovados em concursos públicos para ocuparem vagas no Executivo Federal. Desse total, mais de 3.600 são candidatos que fizeram a segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU 2).

Também poderão ser chamados, durante todo este ano, os candidatos excedentes que aguardam — em cadastro de reserva de outros concursos — novas oportunidades de serem convocados a ocuparem vagas no serviço público federal, afirma a ministra.

“No caso de todos os concursos homologados antes do defeso, os aprovados podem ser chamados durante o período eleitoral. O que você não pode é aprovar um concurso novo durante o período eleitoral”, explica.

Entre as prioridades estão a carreira da Polícia Federal e outras com vagas oferecidas na primeira edição do CNU, além dos 1.860 convocados no mês de março a ocuparem tanto as vagas originalmente previstas em edital quanto para aquelas autorizadas posteriormente.

“A nossa expectativa é que este ano tenha uma entrada gigantesca de pessoas aprovadas em concursos já autorizados”, reforça Dweck.

De acordo com a ministra, para os candidatos que forem convocados a ocuparem cargos sem lotação definida, haverá uma etapa anterior à nomeação com a publicação de editais de lotação e um prazo até a posse.

“A gente está combinando com os órgãos que quando for publicar o edital de lotação vai ter um tempo antes do processo de nomeação, para as pessoas poderem ter um tempo de se organizarem familiarmente e poderem se deslocar para o local que vão trabalhar, esclareceu.

Novos concursos

Segundo Esther Dweck, novos concursos deverão ser homologados até o mês de junho, mas serão poucos. “Semana que vem a gente vai fazer um balanço. Vou levar à Casa Civil e à Presidência [da República] para a gente bater o martelo e anunciar as novas autorizações”, diz a ministra, sem detalhar quais órgãos serão contemplados.





Por Agência Brasil